Hoje é segunda-feira, 19 de novembro de 2018

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Opinião

2018 o ano de combate as Fake News

Você certamente já ouviu falar no termo Fake News. As notícias falsas em uma tradição livre, se tornaram comuns em um mundo de redes sociais cada vez mais presentes no cotidiano dos brasileiros. Dois tipos de notícias falsas são bem frequentes, as que contém informações falsas mas que não prejudicam a imagem de ninguém e as que são montadas para atingir a imagem de alguém, muito comuns em anos de eleição como será este 2018.

Não bastasse o algoritmo do Facebook que já induz os internautas a deduzir que todos pensam como ele, as Fake News embaralham ainda mais o cenário de informações. O internauta lê manchetes com chamadas polêmicas e por não ter esse costume, esquece de olhar onde a informação está veiculada e qual a responsabilidade que o veículo tem sobre ela. Geralmente uma simples consulta ao Google já resolve a questão, mas o Facebook, principal rede social dos tempos modernos trabalha justamente para manter o usuário em seus domínios, gerando receita ao ver anúncios e entregando informações sobre suas preferências, não vai indicar que o internauta saia e faça a pesquisa no Google.

A solução encontrada pelo site de Mark Zuckerberg foi diminuir a quantidade de notícias mostradas na timeline dos usuários. Não há como condená-lo, está pensando em seu negócio, o problema é que o internauta não percebe isso e segue compartilhando e consumindo informações falsas. O Whatsapp é outra rede que vem se apresentando como terreno fértil para este tipo de notícia, mas como não há como auferir lucro financeiro, perde em preferência para o Facebook.

O caso da vereadora morta no Rio de Janeiro é um bom exemplo. Rapidamente surgiram links com fake news sobre ela ligando sua imagem a traficantes e políticos corruptos. A realidade ficou mais uma vez distorcida ao ponto de pessoas de alto grau de instrução como uma desembargadora emitirem opinião com base em informações falsas.

Você a essa altura já deve estar se perguntando: Porque não punem esses sites e não os retiram do ar? Geralmente são portais sediados ficticiamente em outros países e sem nenhuma pessoa física ou jurídica no Brasil. Surge então outra questão: O que ganham com isso? São duas respostas, a primeira no ambiente da política difamam políticos com acusações sem provas e muitas vezes infundadas (Não estou aqui dizendo que são santos, longe disso). A segundo ganham acessos e visualizações em seus sites e isso gera receita junto a anunciantes e este é o principal motivo que leva à construção destes sites. Eles trazem informações falsas e fazem o internauta perder seu tempo, por isso faz de 2018 o ano de combate as Fake News.

Rodrigo Silva

Jornalista do Portal Tudo Online em Campo Bom

O Líder Empreendedor: Corajoso ou Louco?

Olá queridos amigos, já dizia o filósofo “Dentre todas as virtudes, a coragem parece ser a mais admirada do mundo, e por ser universal, é admirada também pelos maus e pelos estúpidos”. Estamos vivendo a Era da Informação, da informação verdadeira e da mentirosa também, em que o impacto do desenvolvimento tecnológico, a intensa globalização da economia e as profundas transformações nas organizações e no comportamento das pessoas têm gerado mudanças exponenciais nas relações de trabalho, nas quais o emprego passa a dar lugar a novas formas de participação e envolvimento.

Diante desse cenário, o mercado tem exigido um alto grau de empreendedorismo mesmo para os profissionais que são empregados. A inovação é um desafio constante para todos, o mercado não admite mais apenas um serviço gerais ou um administrador que não se qualificou com a evolução deste novo mercado.
A Coach Vivian Schell e a Coach Master Patrícia Crestani apresentaram em sua ultima palestra em Campo Bom, O Líder Exponencial, que é este líder? E como ele vai mudar a forma de produzir e consumir; empresas que pareciam distantes da nossa realidade hoje são presentes no nosso dia á dia, Uber, é um exemplo, e futuramente teremos novas formas de consumo que vão modificar a sua rotina e jeito de pensar. Estamos vivendo uma transformação do consumo em uma economia surrada e decadente, situação criada por anos por um governo assistencial que desmotivou o empreendedor a produzir e a evoluir o mercado brasileiro.
A tempos repito esta frase, nossa cidade, estado e país só sairá da crise quando reindustrialisarmos. A cadeia econômica começa na indústria, o varejo ganha com isto, o serviço também é contemplado e a roda da fortuna começa a girar. Se você não concorda com isto pergunte aos seus pais que viveram na época áurea do sapato, como era a economia da nossa cidade; precisamos reviver isto!
Mas ai vem a pergunta popular dita nos botecos: “Quem é o louco que vai investir no Brasil?” Louco ou empreendedor não importa, precisamos hoje de uma revolução de empreendedores, a sociedade clama por mais empregos e investimentos, isto só vai mudar o dia que o LÍDER Empreendedor seja respeitado pela organizações e deixe de ser chamado de picareta ou louco.
Enquanto o empreendedorismo não virar matéria obrigatória nas escolas do Brasil, vamos continuar neste “coitadísmo” achando que temos todos os direitos e nem um dever. Vejo alguns políticos fazendo de tudo para enfraquecer as empresas através de tributos e mais tributos, estas ações só fazem aumentar a informalidade e por sua vez a extinção dos empregos.
Temos que virar a chave da transformação econômica, e para isto devemos começar por aqui, consumir o que é da nossa cidade, é aqui que vivemos é aqui que escolhemos para seguir com nossas vidas, consumir nas cidades vizinhas é só deixar nossa cidade mais pobre. Temos aqui uma ampla gastronomia, ótimos serviços, lojas completas e bem estruturadas, como se dizia antigamente Comprar em Campo Bom é Muito Bom!
Por fim, é preciso a coragem para empreender, pois só assim é que se conquista uma sociedade equilibrada e pujante, só vamos vencer o vírus da crise com doses homeopáticas de Loucos por Empreender.

Clioni Meneghetti – empresário

Vocação voluntária este legado não pode morrer!

Olá queridos leitores; acredito que neste espaço vou compartilhar com você algumas de minhas opiniões sobre diversos assuntos, hoje quero me direcionar ao trabalho voluntário; atividade a qual me identifico dentro da entidade que participo, Rotary Club.

Nestes anos em que tenho me dedicado as ações que buscam a melhoria de nossa comunidade, tenho visto como é latente esta veia entre as pessoas mais esclarecidas, o trabalho voluntário é uma forma de participação social que vem em constante crescimento à medida que transcorre o tempo.

Tamanho é esse aumento que, a fim de estimular ainda mais essa atividade, que em 2001 foi o ano escolhido, pela Organização das Nações Unidas (ONU), como o Ano Internacional do Voluntariado. Com a finalidade de despertar a participação das pessoas em atividades voluntárias, principalmente os jovens e os idosos, no intuito de investirem seu tempo livre na promoção da solidariedade e da cidadania.

Entidades como Rotary Internacional, Liga Feminina de Combate ao Câncer, APAE, Lions Club e agora a mais jovem entidade criada para cuidar de jovens e crianças atingidas pelo câncer, o ICI SILDER, vem convidando e estimulando as pessoas para doar seus talentos para o bem comum. Destaca-se que, entre os idosos particularmente os aposentados o voluntariado é uma prática comum e em crescente expansão, servindo como mecanismo para manterem-se socialmente ativos e afastarem-se do preconceito advindo com a aposentadoria, entre outros benefícios.

Já os jovens voluntários acabam aprendendo o valor da cidadania e do respeito à sociedade ao exercer a liderança em grupo, trabalhando em projetos para evolução da nossa cidade que é destacado pelo Rotaract, Interact, Escoteiros, CLJ e demais grupos de entidades religiosas. Grandes grupos de recrutamento profissional assim como o portal Linkedin já colocam o voluntariado como um plus na hora de selecionar um candidato a uma vaga de trabalho.
Todo voluntário se destaca pela sua liderança e senso de gestão em trabalhos coletivos além de ser muito transparente; o voluntário busca pela satisfação de fazer o melhor. O que cabe às lideranças políticas é entender que estas entidades e os voluntários construíram nossa cidade e elas deixam no DNA desta comunidade o legado de continuar o que já foi iniciado, “uma infinita paixão por Campo Bom” através do voluntariado, dando o melhor de si, antes de pensar em si.
Vida longa ao voluntariado!
Que Deus ilumine a nossa cidade!

Clioni Meneghetti – empresário

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